sábado, 27 de agosto de 2016

BD0412. A ilha perdida

Quem não leu na juventude o romance de James Fenimore Cooper «A ilha perdida»? Em Portugal, após adaptação de Maria Amélia Barcia, o romance foi apresentado em BD de acordo com a arte de Fernando Bento, tendo surgido em 40 fascículos do Cavaleiro Andante (210 a 251), os primeiros coloridos.










































 

4 comentários:

  1. Saudações,

    Obrigado por mais uma história desenhada por mais um mestre da bd portuguesa.
    Julgo que esta obra nunca foi publicada em álbum e é pena que não esteja totalmente colorida...
    Notei que a imagem 39 (as seguintes, também, mas, esta é flagrante...)mostra uma prancha de bd ainda sem a "arte final"!(?)Algum contratempo de última hora tenha acontecido...
    Para esta história, a Cavaleiro Andante não criou uma capa a mencionar esta aventura?

    Obrigado

    PS: eu sou um dos que não leu esse romance de James Fenimore Cooper... É uma estreia dupla!...

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    1. Viva, caro ASantos!
      Mais uma vez obrigado pela visita e pelas palavras.
      Eu também não conheço nenhuma publicação em álbum desta história e efetivamente é pena que o CA não tivesse elaborado nenhuma capa para a mesma tantas foram as vezes que inseriu histórias na página 1.
      Devo dizer que as revistas do CA que usei estavam em alguns casos num estado lastimável. É o caso por exemplo da página 21 que estava rasgada e eu tentei disfarçar o máximo para não aparecer a história que estava por baixo.
      Eu, Lobo Sentado quase septagenário, li muitos livros destes na juventude, muitos dos quais me eram levados nas carrinhas da Gulbenkian. Mas abusava essencialmente dos Salgari...

      Cumprimentos

      Lobo Sentado

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  2. Mais uma vez, caro Lobo Sentado, o felicito pelo extraordinário trabalho que continua a desenvolver neste blogue, recuperando histórias antigas em revistas que já não estão ao alcance das novas gerações. Sei, por experiência própria, como esse trabalho de recuperação é difícil, sobretudo quando as revistas já acusam seriamente a passagem dos anos. Deve ser por isso, devido ao mau estado de algumas páginas, que esta história de Fernando Bento (que não considero uma das melhores) deu a impressão ao ASantos de ter imagens sem a arte final. Ora Fernando Bento era um artista completo e íntegro, que respeitava a sua profissão e tinha apreço pelos leitores. Mesmo sujeito sempre a prazos apertados, tal era o volume de trabalho que produzia, esse defeito que o ASantos detectou não deve ser-lhe imputado, mas sim à má impressão de algumas páginas. Aliás, ele usava o pincel mais do que o lápis, tal era a espontaneidade do seu estilo e a sua rapidez de execução.
    Foi pena o Cavaleiro Andante não ter apresentado nenhuma capa com esta história, pois as composições de F. Bento para as capas (nomeadamente para as que tinham criações suas) eram sempre excepcionais. Lembro-me, por exemplo, daquela que fez para "A Cidade Flutuante", um romance de Júlio Verne que ele adaptou com a sua habitual mestria e usando curiosamente um traço mais fino.
    Cumprimentos bedéfilos e continuação de um bom trabalho.
    Jorge Magalhães

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    1. Caro Jorge Magalhães
      Obrigado pela sua visita e pelas suas palavras que, mais uma vez, acrescentam valor ao blog. Tentaremos continuar, limitados, claro, pelas cicatrizes que o tempo vai deixando nestes belos exemplares da BD que tanto gostamos.

      Saudações

      Lobo Sentado

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