Nessa noite, Ayak não caçou. A imagem do animal das águas, macia e escura, não deixou o seu espírito.
Atravessou o rio…
Esperou, olhar fixo na pedra plana…
A impaciência e a curiosidade dominavam-no.
Esperou muito tempo.
Baforadas de cólera subiam-lhe pela garganta.
Tinha a impressão que o animal das águas gozava com ele. Estava habituado a longas caçadas rápidas e esta imobilidade irritava-o.
Esgravatou ao pé da pedra com furor. Uma quantidade de espinhas e cabeças de peixe voaram sob a s suas garras.












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