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terça-feira, 28 de julho de 2026

BD1934. Colecção Águia, 95. Sam Billie Bill em "Na pista dos Cheyennes"

Nas vastidões imensas onde o céu parece mais vasto que a própria esperança dos homens, e onde a terra, rude e indómita, se estende como um livro ainda por escrever, segue o passo errante de Sam Billie Bill, esse jovem de alma justa, mais inclinado à misericórdia que ao ferro, mais dado à compaixão que ao ruído da pólvora.

E eis que o destino, esse inexorável tecelão de encontros e desgraças, o lança no encalço de um povo perseguido, os Cheyennes, cuja sina parece já escrita não pelos deuses, mas pela cobiça dos homens que se dizem civilizados.

Vê-se então Sam no meio de uma marcha dolorosa, onde não há repouso nem certeza, apenas o estertor da fuga e o pressentimento da tragédia. De um lado, os soldados da União e os interesses dos brancos que reclamam a terra como quem reclama ouro; do outro, os filhos das planícies, expulsos do seu próprio destino, condenados a errar como sombras sobre a relva infinita.

E no coração desta tormenta, o jovem herói não empunha a violência como bandeira, antes se ergue como ponte frágil entre mundos que não se entendem. Procura ele mitigar o choque dos homens, conter a fúria do destino, e impedir que o sangue regue mais uma vez a poeira do deserto.

Mas que pode um só homem contra a marcha pesada da História? Ainda assim persiste, pois há em si essa nobre teimosia dos que acreditam que a justiça, ainda que tardia, não é sonho vão.

E assim se desenrola a jornada: cavalgadas sob o sol impiedoso, encontros prenhes de tensão, silêncios mais eloquentes que discursos, e sempre, sempre, a sombra da perda a pairar sobre os que fogem e os que perseguem.

Nota: como podem notar esta capa da Colecção Águia está incorreta.

sábado, 9 de junho de 2018

BD0691. Sam Billie Bill em «Os ladrões de cavalos»

 
Sam regressa a Sacramento para se encontrar com o velho amigo Bep na «Festa das águias», mas não o encontra e acaba por se envolver num confronto por causa do roubo de cavalos. Mais tarde, abandona a cidade, agora procurando notícias do seu amigo. Onde estaria Bep?

quinta-feira, 7 de junho de 2018

BD0690. Sam Billie Bill em «O grande desfiladeiro»

 
Sam Billie Bill e o seu amigo Bep enconmtram-se com a jovem «Estrela da Manhã» que os conduz à sua tribo. Ali se inicia o projeto de atigir o grande desfiladeiro. A aventura «A desforra de Capete Vignon» completa este álbum da Coleção Águia

quinta-feira, 6 de abril de 2017

BD0489. Sam, o aventureiro do deserto

Eis mais um episódio da série Sam Billie Bill num momento em que parece que o seu autor ainda não sabe para onde ir com ela. Foi publicado no Condor Popular, fascículo 2, volume 3

quinta-feira, 6 de março de 2014

BD0065. Sam Billie Bill - recordações de infância

Nesta história voltamos à infância de Sam Billie Bill e, desencadeado pelas recordações de um revólver, ao momento em que os pais terão sido mortos num ataque à caravana em que se deslocavam.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

BD0028. Sam Billie Bill em O vale dos gigantes


Completamos este dia dedicado a Sam Billie Bill com uma história publicada no número 48 da Coleção Condor, de que já apresentámos O arrependimento de Chico de Lone Ranger. O leitor tem acesso à totalidade deste fascículo com a etiqueta ZCND48. Nesta história o Sam ainda é um bocado jovem, mas já conseguiu assaltar um banco para provar que um indivíduo tinha cometido um crime. Enfim..

BD0027. Sam Billie Bill: Todos somos irmãos

Disponibilizamos a digitalização do número 87 da Coleção Tigre com uma história notável, embora não isenta de criticas como demostra o post anterior, de Sam Billie Bill. Um bom tema para esta época onde as desigualdades parecem cada vez maiores.

HBD014. Sam Billie Bill par Lucien Nortier

Sam Billie Bill par Lucien Nortier
Qui se souvient aujourd’hui de Lucien Nortier ? Dessinateur réputé du journal Vaillant pendant les années 1950, il est passé au second plan avant de tomber dans l'oubli parce que son œuvre n’était pas éditée en albums. Son dessin classique et élégant permet toutefois d’identifier sans peine son auteur, même dans ses séries alimentaires. Certains se souviennent de ses publications dans le journal Pif comme Le Grêlé, Fanfan la Tulipe ou Robin des Bois,  mais les anciens évoqueront son œuvre la plus personnelle : Sam Billie Bill.

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