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domingo, 27 de fevereiro de 2022
BD1220. A conquista de Ceuta
Esta é uma página de Garcês publicada no Cavaleir Andante, fascículo 104, com a sua visão acerca da conquista de Ceuta.
sábado, 18 de setembro de 2021
BD1082. O herói da Legião Estrangeira
Em Junho de 2015, Luís Beira escrevia no seu BDBD:
A Legião Estrangeira, a francesa (porque houve e talvez ainda exista a espanhola... bem mais violenta), sempre foi um fascínio e/ou um fantasma romântico da Literatura e do Cinema. Só isso, para fazer pulsar paixões de todo o género, mas sem força de qualquer verdade na crueza plena do seu autêntico realismo. É que a Legião Estrangeira é só para homens de acentuada virilidade e de coragem absoluta, pois senão...que a tal ninguém se arrisque.Muito e muito, quase mais que as areias do deserto, se tem escrito e descrito sobre a valente Legião Estrangeira.Valente, briosa e honrosa! Pois é por esta força de Honra e do seu conotado romantismo, que aqui nos focamos agora. O tema de “Beau Geste” tem apaixonado assolapadamente, sobretudo escritores e cineastas, não se escapando também a outras vertentes artísticas.
Entre os trabalhos que destacou, figurava o que hoje aqui disponibilizamos da autoria de Garcês: «O herói da Legião Estrangeira».
quinta-feira, 26 de dezembro de 2019
BD0832. O regresso de Falcão Branco
Garcês volta ao Páginas de BD com mais uma aventura de Falcão Branco a qual foi publicada no fascículo 86 da revista Zorro.
terça-feira, 5 de novembro de 2019
BD0809. Texas Jack em «A filha de Garra de Urso»
A revista Zorro, nº 75, trazia uma aventura de Texas Jack, «A filha de Garra de Urso», desenhada por Garcês. É o primeiro de dois trabalhos deste autor relativamente a esta figura que a revista publicou. Pena é que não tenha criado uma capa para a mesma já que a sua qualidade bem a merecia.
sábado, 2 de novembro de 2019
BD0808. História de Ourém
Eis uma obra de Garcês que nos revela alguns episódios da História de Ourém, baseada em fontes fidedignas. Temos acesso à lenda da moura Fátima, ao nascimento da aldeia da Cruz, aos efeitos do terramoto de 1755, à devastação das invasões franceses e a múltiplos outros aspetos como o desenvolvimento do fenómeno religioso.
sábado, 29 de abril de 2017
BD0499. O tigre de Sanguém
O Cavaleiro Andante número 440, para além de uma página e da capa dedicada ao mítico Atlético Clube de Portugal, ofereceu-nos uma história curta de Garcês com o título «O tigre de Sanguém», onde nos relata o caso de uma fera que atacava pessoas e animais numa pequena povoação daquele concelho situado na Índia portuguesa. A colaboração de dois irmãos e mais alguns personagens fez com que a fera fosse apanhada e enviada para um zoo.
terça-feira, 21 de março de 2017
BD0482. Através do deserto
«Através do deserto» é uma história desenhada por Garcês com texto original de Henryk Sienkiewicz, iniciada no fascículo 340 do Cavaleiro Andante, num momento de grande renovação desta revista, e que se estendeu até ao número 394.
terça-feira, 1 de novembro de 2016
BD0440. Os sitiados
Garcês volta ao nosso blog com «uma façanha da távola redonda», como foi classificada pelo Cavaleiro Andante esta história, da nossa História, publicada no fascículo 298.
sábado, 8 de outubro de 2016
BD0430. Cavaleiros do Rei
A arte de Garcês volta ao Páginas de BD com mais um episódio da nossa história, publicado no fascículo 304 do Cavaleiro Andante, onde podemos reencontrar as figuras de Nuno Álvares e do Mestre de Avis.
sábado, 6 de agosto de 2016
BD0402. O sargento-mor Vilar
Numa adaptação a partir da obra de Arnaldo Gama, eis mais um trabalho notável assinado por Garcês que nos volta a transportar ao tempo das invasões francesas...
terça-feira, 17 de novembro de 2015
BD0323. Zé Miúdo
Ainda me lembro do último jogo de futebol onde fui player, junto à Câmara, num local que hoje está pejado de edifícios. Garcês, com mais uns aninhos, agarrou bem o tema e produziu esta BD curta que surgiu no Cavaleiro Andante 167.
sábado, 31 de outubro de 2015
BD0317. O Falcão
Eis mais um notável trabalho de Garcês, este retratando a resistência do povo português às invasões napoleónicas e denunciando o colaboracionismo de alguns oficiais. «O Falcão» foi publicado nos fascículos 73 a 103 do Cavaleiro Andante, com início em 23 de Maio de 1953.
Em Maio de 1987, alguns meses depois de Garcês comemorar a publicação do seu primeiro trabalho de BD em «O Mosquito» e designado «O inferno verde», surge uma segunda edição no fascículo 3 dos Cadernos de Banda Desenhada, um documento muito rico com uma entrevista ao autor de Luis Beira, um texto de José de Matos Cruz e um inventário acerca de BD sobre a História de Portugal elaborado por Jorge Magalhães. Aqui fica o texto de Matos Cruz:
Em Maio de 1987, alguns meses depois de Garcês comemorar a publicação do seu primeiro trabalho de BD em «O Mosquito» e designado «O inferno verde», surge uma segunda edição no fascículo 3 dos Cadernos de Banda Desenhada, um documento muito rico com uma entrevista ao autor de Luis Beira, um texto de José de Matos Cruz e um inventário acerca de BD sobre a História de Portugal elaborado por Jorge Magalhães. Aqui fica o texto de Matos Cruz:
Entre 23 de Maio e 19 de Dezembro de 1953, dos números 73 ao
103, o Cavaleiro Andante publicava uma das bandas desenhadas que mais renderiam
o culto dos leitores: O Falcão, com texto de Mascarenhas Barreto e ilustrações
de José Garcês, cuja intensidade mítica se projeta da própria obra ao ciclo de
incidências que agregou.
Trata-se duma abordagem centrada na invasão de Portugal,
pelas forças francesas sob a liderança do general Andoche Junot, e que decorreu
de 15 de Outubro de 1807 a 30 de Agosto de 1808. Cerca de dez meses — dos quais
se cumprem, agora, cento e oitenta anos — que abalaram a unidade da pátria e,
de modo crucial, marcariam o futuro do País, tendo Garcês ousado a respetiva
evocação em apenas trinta inspiradas pranchas, aliás escamoteando a estrita
abordagem verista, implícita numa reconstituição histórica. Pelo contrário,
pode mesmo aferir-se que essa terá sido a ênfase que menos o interessou: não
deixando de pontuar a narrativa com sinais duma circunscrição objetiva,
estimulá-lo--ia sobretudo a recorrência virtual, essa abrangente margem na qual
se ritualizam a lenda heroica e a gesta popular.
As invasões francesas servem, assim, de fundo histórico a
uma transfiguração lendária, que resulta do eco de resistência entre a
população — desde que germina e se mobiliza, até ao papel decisivo que
desempenhará na expulsão do inimigo. Consubstancia-se deste modo uma identificação
em prol da autonomia nacional, aliás personificada por um novel e como que
predestinado nobre, D. José de Ribamar — cujas façanhas se precipitarão após a
devassa de propriedades e destruição do seu solar... Ao contemplar os escombros
calcinados, torna-se solene um pacto reabilitador, correspondendo — ao desenraizamento
estratégico e deambulatório — a assunção duma mística secreta como
revolucionário, sob o código de Falcão. Segundo a sugestiva planificação, tudo
se determina sensivelmente a meio do entrecho, na origem concebido para ser
cada semana divulgado, cabendo destacar o clímax de alusões gráficas que nessa
altura (lance número 17) é estabelecido por Garcês, paralelamente culminando a
fase de viragem em que se decidirão os desígnios de enfrentamento e liberdade.
Persiste, deste modo, um contínuo fluxo de implicação ou
ressonâncias entre o drama singular e o levantamento coletivo, a gestação duma
celebridade oculta mas providencial — por quem protagoniza os acontecimentos
que, em paralelo, desfilam e ficarão, na generalidade, preservados pelo registo
oficial... O Falcão colhe nesse tributo ao sortilégio das personalidades
carismáticas, fundido com a versão institucional que transparecerá da própria
realidade, uma fecunda margem de recriação, sagrando o eterno conflito entre os
valores da coragem, bravura ou lealdade, e os dilemas da traição, do
compromisso, da acomodação ou da desonra. Lamente-se, contudo, que Garcês haja
podido apenas indicar o contexto romântico da intriga, num enquadramento
individual — quanto à evolução afetiva entre Ribamar e D. Leonor de Monforte — em
que se privou de definir aspetos de aliciante contraste, como a psicologia
feminina ou a latente gama de tensões, entre o vínculo sentimental e a estima protetora
do irmão, que por ela terá realizado uma opção contra a própria natureza dos
seus ideais...
Aliás, o élan da guerrilha — supremo apelo de existência
aventurosa, vulnerável e volúvel segundo as mutações da ameaça exterior, que
viola um território como se visasse o coração dum povo, estimulando o resgate e
o rasgo solitário mas, enfim, aglutinador — seria este o sortilégio primordial
que motivou Garcês a constituir a saga de O Falcão. Sem recurso a filacteras, a
inserção do texto em rodapé foi concebida de forma adequada a estabelecer uma
leitura não só paralela como, basicamente, convergência e nuançando — assim — o
relato de solenidade clássica... Neste amplo fresco se organiza uma ação
sintética, mas equilibrada pela estratégia de corte entre a evocação geral e a
conjuntura particular — intercaladas e por vezes, mesmo, de inconclusa resolução.
Implícita no painel retrospetivo, emoldura-se uma atmosfera de época, em que o
vigoroso estilo de José Garcês ressalta a magnitude paisagística, o carácter da
arquitetura, o rigor do vestuário, a fluência coreográfica e a expressão
animalística. Um desenho ágil, de traço desenvolto e gracioso, colhe a
modernidade das figuras esbeltas, vitalizando certo hieratismo na gestualização
corporal, que lhes atribui uma elegante sobranceria icónica.
José de Matos-Cruz
sábado, 25 de julho de 2015
sábado, 8 de novembro de 2014
BD0167. Rapto no bosque
Apresentamos hoje uma incursão de Garcês no campo do policial através de uma curta história que nos conta o rapto de uma criança, publicada no Cavaleiro Andante.
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