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sábado, 5 de setembro de 2026

BD1946. Daniel Boone em "Barreiras Mortais"

Aquela floresta densa escondia mais do que lobos e rios traiçoeiros.

Havia meses que carregamentos clandestinos de pólvora, peles roubadas e armas atravessavam secretamente a fronteira, enriquecendo um bando de contrabandistas sem escrúpulos. Colonos desapareciam, caçadores eram encontrados mortos junto aos trilhos, e até patrulhas armadas evitavam penetrar certas regiões depois do anoitecer.

Foi então que Daniel Boone decidiu seguir-lhes o rasto.

Conhecedor das montanhas e dos caminhos ocultos melhor do que qualquer homem vivo, Boone avançou sozinho pelas gargantas rochosas e pelos desfiladeiros cobertos de nevoeiro, aproximando-se lentamente do esconderijo dos criminosos.

Mas os contrabandistas preparavam-lhe uma armadilha.

Durante a perseguição noturna, o chão cede sob os pés de Boone, lançando-o para o fundo de um enorme fosso natural. Atordoado pela queda, levanta-se apenas para descobrir que não está sozinho.

Nas sombras da caverna ergue-se um gigantesco urso cinzento, enlouquecido pela fome e pela fúria.

Lá em cima, à beira do precipício, os bandidos observam a cena divertidos. Convencidos de que Boone jamais sairá vivo dali, atiram-lhe uma garrafa de uísque e gritam-lhe entre gargalhadas:

— “Bebe, explorador! Homem nenhum atravessa estas barreiras mortais!”

Mas desconhecem aquilo que tornou Daniel Boone uma lenda viva da fronteira.

Porque há homens que, quando cercados pela morte, descobrem dentro de si uma ferocidade ainda maior do que a das próprias feras.

Enquanto o urso avança nas trevas da caverna e os contrabandistas aguardam o desfecho lá do alto, Boone compreende que sobreviver não bastará.

Terá ainda de regressar à superfície…

e concluir a missão que jurou cumprir.

quinta-feira, 27 de agosto de 2026

BD1943. Colecção Ciclone, 79. A queda de Jim Sanders

Em St. António, o respeitado Jin Sanders cruza-se com Mamie Loren, a fascinante cantora do “Golden Day”. Bela e misteriosa, Mamie mantém ligações secretas a um perigoso bando de criminosos e acaba por atrair Sanders para o seu círculo.

Ninguém sabe ao certo em que momento o pistoleiro começou verdadeiramente a mudar. Seduzido pela cantora, e talvez pelo fascínio da vida fora da lei, Sanders junta-se aos bandidos e participa mesmo em assaltos violentos. Num deles, compromete-se definitivamente perante o grupo ao arriscar tudo para provar a Mamie que merece o seu amor e a confiança do bando.

Os antigos companheiros observam-no com espanto, sem compreender se assistem a uma traição ou a um jogo perigoso. Contudo, Sanders continua dividido entre duas vidas: a do homem honrado que foi e a do proscrito em que lentamente se transforma.

À medida que cresce a violência entre os criminosos, algo muda dentro dele. Seja por arrependimento, ciúme, desilusão ou por um plano secreto amadurecido no silêncio, Jin Sanders acaba por voltar-se contra os próprios bandidos e desfaz a quadrilha por dentro.

No fim, o bando cai. Mas permanece o mistério essencial: Jin Sanders entrou entre os criminosos já decidido a destruí-los… ou só percebeu demasiado tarde que estava a tornar-se um deles? E quanto a Mamie Loren, ficou entre ambos amor verdadeiro ou apenas manipulação e desejo?

 

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

BD1941. Colecção Ciclone, 79. Através das reservas

 

Nos confins poeirentos do Colorado, uma caravana de colonos atravessa território indígena sob escolta de um pequeno destacamento de batedores texanos. Oficialmente, transportam mantimentos, ferramentas e famílias em busca de novas terras. Mas entre as carroças segue um veículo fechado, guardado com excessivo cuidado por homens armados e silenciosos.

O guia da expedição, antigo explorador da fronteira, percebe cedo que algo está errado. Os ataques indígenas tornaram-se estranhamente coordenados, como se alguém soubesse exatamente o percurso da caravana. Além disso, certos homens parecem mais nervosos com inspeções do que com os próprios comanches.

A verdade revela-se aos poucos: um comerciante sem escrúpulos esconde no interior da carroça dezenas de rifles e caixas de munições destinadas aos indígenas. Pretende vendê-las secretamente a uma facção guerreira que se prepara para lançar um grande ataque contra fortes e povoações da região. Para ele, a guerra é apenas negócio.

Os índios não surgem apenas como “ameaça selvagem”, como em muitos westerns antigos; há aqui traficantes, oportunistas e interesses económicos brancos a alimentar o conflito. A fronteira deixa de ser um combate simples entre “civilização” e “barbárie”: torna-se um território onde a ganância humana fabrica a violência que depois finge combater.

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

BD1939. Colecção Ciclone, 79. Bill, o sorridente em "O Virginiano"

Nas fronteiras poeirentas entre o México e o território americano, um nome começava novamente a espalhar inquietação entre caravanas militares e pequenas povoações do deserto: o Virginiano.

Antigo oficial de guerra, homem de disciplina severa e inteligência fria, abandonara há anos o uniforme para comandar um bando especializado em assaltos a carregamentos de armas. Os seus golpes eram rápidos, calculados e quase militares; e muitos afirmavam que, se a fortuna lhe tivesse sido favorável noutra época, teria chegado a general.

Foi durante a perseguição a um desses roubos que Bill, o Sorridente, se cruzou pela primeira vez com Françoise.

A jovem vivia ignorando metade das atividades do pai, ou fingindo ignorá-las, protegendo dentro de si uma esperança ingénua de que ainda seria possível arrancá-lo à violência. Bill, habituado a saloons, perseguições e solidão, descobriu nela algo que o perturbou profundamente: paz.

Mas os homens do Oeste raramente recebem o direito de mudar de vida sem pagar preço elevado.

Quando um último assalto às armas “Springfield” termina em desastre, o bando é cercado nas montanhas. O Virginiano, mortalmente ferido, compreende enfim que passou toda a existência combatendo guerras inúteis. E no instante derradeiro, já sem orgulho nem autoridade, pede apenas uma coisa ao homem que aprendera a respeitar: que não abandone Françoise.

Bill, inclinado junto do velho moribundo, promete casar com ela.

Porém, depois do enterro, quando as primeiras luzes da madrugada se derramam sobre as pradarias silenciosas, a promessa começa a pesar-lhe no coração como uma sentença.

Porque amar Françoise significaria deixar para trás a estrada, o cavalo, o revólver e a liberdade amarga que sempre definiram a sua existência.

E talvez haja homens destinados não a possuir um lar…

mas apenas a atravessá-lo por breves instantes, antes de desaparecer novamente no horizonte.

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

BD1937. Colecção Ciclone, 79. Bill, o sorridente em "Uma mente perturbada"

Já não havia paz em Black Valley.

A povoação, pobre e perdida entre serras queimadas de sol, vivia havia semanas sob o peso de um terror inexplicável. Um a um, antigos fora-da-lei apareciam mortos em circunstâncias medonhas: uns encontrados junto às ravinas, outros caídos nas cocheiras abandonadas, todos marcados pela mesma violência fria e silenciosa.

O povo murmurava nomes ao cair da noite; fechavam-se portas mais cedo; e até os cães pareciam uivar com diferente tristeza.

Bill, conhecido nas fronteiras por “o sorridente”, chegara ali trazendo preso um bandido procurado havia anos. Entregou-o ao xerife com a serenidade de quem acredita ainda na justiça dos homens.

Mas, na manhã seguinte, o prisioneiro apareceu morto dentro da cela.

Foi então que a suspeita começou a espalhar-se como incêndio em capim seco.

Havia naquela região um antigo rural, homem outrora temido pela firmeza da sua pontaria e pela inflexível obediência à lei. Chamava-se Sanders. Depois da morte da mulher, retirara-se para um pequeno rancho distante, vivendo sozinho entre cavalos velhos, silêncio e recordações. O povo, que necessita sempre de um rosto para os seus medos, começou a apontá-lo em segredo.

Porque os homens simples confundem facilmente solidão com mistério.

Bill, contudo, não encontrou em Sanders o olhar febril de um assassino, mas antes a melancolia resignada de quem conheceu demasiada violência para continuar a acreditar nela. E foi precisamente o velho rural quem primeiro desconfiou de um detalhe terrível: todas as vítimas tinham participado, anos antes, no assalto durante o qual o filho do xerife fora assassinado.

Subitamente, as mortes deixaram de parecer aleatórias.

O xerife, até então respeitado como homem justo e silencioso, começava a revelar sombras inquietantes: o modo como evitava falar do filho, a dureza excessiva com que tratava os prisioneiros, o estranho brilho nos olhos quando mencionavam certos nomes.

Bill e Sanders unem-se então numa investigação amarga, feita mais de silêncios do que de palavras, perseguindo não apenas um criminoso, mas a lenta ruína moral de um homem consumido pela dor.

E quando a verdade enfim se ergue diante deles, terrível e nua, compreendem ambos que não existe desgraça maior do que esta:

um homem encarregado de fazer justiça acreditar possuir o direito de substituir Deus.

quinta-feira, 30 de julho de 2026

BD1935. Coleção Ciclone, 66. JOhnny Galaxia em "O castelo de Irás e não Voltarás"

Ó leitor curioso, que ousas levantar o véu deste cenário de astros e solidões, detém-te um instante, não para temer, mas para compreender a quarta aventura publicada no Ciclone 66. Porque diante de ti não está apenas uma fantasia de mundos distantes, mas a projeção ampliada da eterna inquietação humana: o desejo de partir, de conquistar, de saber… e, talvez, de não voltar.

Johnny Galaxia, nome que ressoa como promessa e como destino. Quem é ele, senão esse cavaleiro moderno que trocou o cavalo pelo vácuo infinito, e a espada pelo engenho frio das armas de um tempo sem fronteiras? Vede-o, firme sobre o solo estranho, olhando ao longe aquele castelo impossível, erguido como desafio à razão e à coragem. Que força o chama? Que mistério o prende?

Ah! quantas vezes o homem, na sua ânsia de ultrapassar limites, se lança por caminhos donde não há regresso! E, contudo, é nesse risco, nesse abismo entre o querer e o poder, que reside a grandeza. Não será o tal castelo, suspenso entre a lua e o silêncio, uma metáfora dessas ambições que nos elevam e nos perdem?

Segue, pois, esta aventura, leitor amigo, não como quem busca mero entretenimento, mas como quem se aproxima de um espelho distante. Porque, entre estrelas e sombras, talvez reconheças, disfarçado de herói, o próprio espírito humano, inquieto, indomável, eternamente dividido entre o impulso de avançar… e o pressentimento de nunca mais regressar.

quinta-feira, 23 de julho de 2026

BD1932. Coleção Ciclone, 66. Nosy Parker em "Eu também conheci Nosy Parker"

Esta é a terceira história incluída no Ciclone 66. Uma aventura de um quase desconhecido, Nosy Parker. 

Nosy Parker! 

Nome que soa leve, quase jocoso, e contudo, que abismo encerra! Pois não é nas horas de maior risco que o verdadeiro caráter se revela, como o ouro no cadinho ardente?

Vede-o ali, entre sombras e tábuas, erguido contra o perigo como quem responde a um chamamento antigo, talvez inscrito no mais fundo da sua natureza. Três homens, três ameaças, e, ainda assim, não recua. Quem diria? Quem ousaria prever que naquele semblante, outrora tido por indeciso, ardia já o fogo secreto da coragem?

Assim é o homem, leitor amigo: um enigma que só o instante extremo decifra. E nós, pobres julgadores do quotidiano, quantas vezes erramos o veredito, antes que a vida nos apresente a prova!

Segue, pois, esta história, não como mero entretenimento, mas como lição. Porque, no fim, talvez descubras que Nosy Parker não é apenas um nome impresso, mas um espelho, onde cada um de nós poderá, um dia, reconhecer-se.


 

quinta-feira, 16 de julho de 2026

BD1929. Coleção Ciclone, 66. Lonely Rock em "O fantasma do enforcado"

Esta é a segunda aventura de Lonely Rock inserida no Ciclone 66. 

Naquela rua que não conheço, mas que reconheço como se nela tivesse vivido uma infância que nunca tive, há homens parados diante de outro homem que também está parado. E toda a tragédia consiste nisto: ninguém avança, e contudo tudo já aconteceu.

Interrogam-no sobre o fantasma do enforcado.
Mas o que é um fantasma senão a persistência de uma injustiça na memória dos outros?

Veemque empunha um revólver e essa simples incongruência basta para desfazer o medo em raciocínio, não fosse o homem um animal que prefere o terror à explicação. Porque um fantasma com arma é apenas um homem com história. E talvez seja isso que mais assusta: não o sobrenatural, mas o passado que regressa armado.

Imagino o cadáver desaparecido do cadafalso. Não o vejo a levantar-se, isso seria demasiado claro, mas antes a faltar, como faltam as certezas quando as procuramos. E dessa ausência nasce tudo: o rumor, a lenda, a inevitabilidade de que alguém pagará por algo que nunca chegou a ser compreendido.

Os homens que observam, chapéus baixos, olhos semicerrados, não esperam apenas um tiro. Esperam confirmação. Querem saber se o mundo ainda obedece às regras simples: vida, morte, culpa, castigo. Mas o homem de costas, esse que enfrenta todos, já não pertence a essas regras. É mais ideia do que corpo.

Talvez nunca tenha havido fantasma algum.
Talvez o enforcado não tenha morrido.
Ou talvez todos ali estejam mortos de antemão, condenados pela necessidade de acreditar numa história que lhes dê sentido.

E eu, que nada tenho que ver com aquela rua, sinto contudo que também ali estou, não entre os homens, mas entre as dúvidas. Porque toda a vida é isto: um cadafalso de certezas de onde desaparece, inesperadamente, aquilo que julgávamos definitivo.

E ficamos, como eles, à espera do disparo que nos explique.

 

quinta-feira, 9 de julho de 2026

BD1926. Coleção Ciclone, 66. Lonely Rock em "Armadilha para um inocente"

 

O Ciclone 66 traz-nos quatro aventuras que vamos apresentar ao longo das prócximas semanas. Mas a primeira obriga-nos a refletir.
Não há maior desgraça, leitor, do que aquela em que a verdade se dissolve, não por mentira, mas por excesso de versões. 
Naquela noite, noite sem nome, como tantas que fazem história, houve vinho, houve palavras mais duras que o costume, e houve, sobretudo, o velho impulso humano de se meter onde não é chamado. 
Assim entrou Tom Morrow na contenda: não como culpado, mas como instrumento. Lutou e talvez nem soubesse contra quem. E quando o braço se ergueu, e o ferro falou, já não era vontade que o guiava, mas instinto. 
Porque o homem, quando cercado, não raciocina, defende-se. Eis senão quando, no auge do tumulto, alguém, mão invisível, consciência ausente, apaga a luz. Oh! fatal instante esse, em que a escuridão não é ausência de claridade, mas nascimento de todas as culpas. 
Quem viu? 
Quem sabe? 
Quem pode jurar o que ali se passou? Mas a luz voltou e com ela, não a verdade, mas a autoridade. “Considera-te preso!” — disse-se. E assim se faz justiça, muitas vezes: não pelo que se prova, mas pelo que convém concluir.
Mas será que as coisas ficarão assim? A última palavra é de Lonely Rock.

quinta-feira, 2 de julho de 2026

BD1923. Coleção Ciclone, nº 60

Raptada há muitos anos, tinha sido adotada pelo grande chefe Kiowa. E foi num dia que a caravana ali chegou, precedida de soldados que ela foi reconhecida pelo comandante destes. Era tal e qual a figura da mãe.

Graças a ela, passaram…

No silêncio tenso da planície, onde o vento levanta poeira como se quisesse apagar os rastos dos homens, cruzam-se destinos que há muito se perseguiam sem se encontrarem.

Os cavaleiros aproximam-se devagar. Há desconfiança nos gestos, mãos que não se afastam das armas, olhos que medem cada movimento. Mas, no instante em que a jovem ergue o rosto e fixa o coronel, algo se rompe, não o perigo, não ainda, mas uma memória, um reconhecimento que vem de longe, como um eco esquecido.

“Pai…”

A palavra sai-lhe quase sem querer, frágil e absoluta. E o homem, endurecido por anos de comando e ausência, vacila. Não é o soldado que responde, é o pai, enterrado sob camadas de dever e silêncio. Aproxima-se, como quem teme que o sonho se desfaça, e segura-lhe os ombros, como se precisasse de a sentir real.

Mas o mundo não suspende o seu curso por causa de um reencontro.

À volta, os homens trocam olhares. Há nomes que pesam, Kiowas, deserções, raptos, histórias que não cabem numa simples explicação. A verdade emerge aos pedaços, dita em frases curtas, interrompidas, como se cada revelação abrisse uma nova ferida. A jovem viveu entre dois mundos; foi filha, prisioneira, talvez ponte entre inimigos que nunca se quiseram compreender.

E há outro, o “Castor Cinzento”, figura ausente mas presente em cada palavra. Não é apenas um nome: é uma escolha, uma dívida, talvez um afeto que desafia as fronteiras traçadas pelos homens brancos. Pedem-lhe que o traia, que o entregue. Ela hesita. Nos seus olhos, o conflito é claro: sangue ou lealdade? origem ou experiência?

O coronel, agora pai antes de tudo, quer protegê-la, mas não sabe de quê. Do perigo que a rodeia? Ou das decisões que ela terá de tomar?

Ao longe, surgem figuras. Os Kiowas. A tensão adensa-se como nuvem de tempestade. Há gritos contidos, ordens prontas a rebentar. Um passo em falso, e tudo se perde.

“Não lutem contra ele”, pede ela, quase num sussurro desesperado. Não é apenas medo, é conhecimento. Sabe o que está em jogo, mais do que qualquer daqueles homens.

E então, no meio desse impasse, dá-se o gesto mais difícil: o de deixar partir. Não há vitória, não há reconciliação plena, apenas a aceitação amarga de que nem todos os laços podem ser mantidos sem quebrar outros.

Ela afasta-se, lenta, sem olhar para trás de imediato. O pai fica, imóvel, dividido entre correr atrás dela ou respeitar a escolha que não compreende totalmente. O vento passa entre ambos, indiferente.

Naquela terra de fronteira, ninguém sai ileso. Nem os que partem, nem os que ficam.

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

BD1846. Coleção Ciclone, nº 55

 

"Intriga no Rancho" é o título da única aventura de Vance Flanagan publicada neste pequeno álbum da Coleção Ciclone. 
E enquanto Napoleão atacava a Itélia, Ney "O bravo dos Bravos" chegava com o seu exército ao Reno. 
Finalmente, uma aventura da aviação traz-nos "Um herói assustado". 
Esquecia-me de informar que PicaPau recebeu um machado para usar no piano...

terça-feira, 25 de março de 2025

BD1724. Colecção Ciclone, nº 50

Vance Flanagan é um dos mais valentes cow-boys errantes e surge-nos pela mão de José Luis de la Fuente em três aventuras: 
Pistoleiros de Montana
Uma causa perdida
Perigo de guerra índia
Para completar este pequeno álbum Ciclone, temos uma aventura não assinada de Jesse Ó Connor com o sugestivo título "Um povoado chamado morte".

quinta-feira, 13 de março de 2025

BD1719. Coleção Ciclone, número 34

Três aventuras de Bill, o Sorridente assinadas por Cueto e uma aventura de Lonely Rock (autoria indefinida) dão corpo ao número 34 da Coleção Ciclone. Imaginem o espanto do sorridente Bill ao seu cruzar na pradaria com um indivíduo que parecia um fantasma e que veio a descobrir ser uma jovem loira que nem queria ouvi-lo a tocar guitarra.... Mas Bill tudo resolveu e, pouco depois, ainda foi quem levou a esperança aos índios Shoshones.
A aventura de Lonely Rock tem um título um pouco macabro: "Cortejo Fúnebre".

quinta-feira, 28 de novembro de 2024

BD1674. Colecção Ciclone, nº 32

Eis várias histórias de Lonely Rock (uma das quais sem título) em que este nos surge como um verdadeiro humanista, impedindo alguém de sujar as próprias mãos ao tentar vingar-se. As histórias aparecem assinadas por José Luis de la Fuente. No final, encontramos uma aventura de Davy Crockett de título "O ardil dos Comanches". O número 32 da Coleção Ciclone contém ainda uma página "Acredite... se quiser" e outra sobre "A vida na selva" dedicada ao Congo.

quinta-feira, 21 de novembro de 2024

BD1671. Colecção Ciclone, nº 29

O tesouro dos Oglallas que o grande chefe Cavalo Louco guardava como se algo sagrado se tratasse foi roubado por um bando de Crees que, para o fazer, feriram perigosamente o valoroso guerreiro. 
Buffalo Bill encontra o seu "caro inimigo" em agonia e não tardou a partir para sovar os Crees e procurar socorro para ele. 
Este número da Coleção Ciclone contém ainda uma aventura de Bill, o Sorridente e rubricas sobre "As armas do Oeste", "Acredite... se quiser" e "Países Exóticos", neste particular, o Egipto.

quinta-feira, 14 de novembro de 2024

BD1668. Coleção Ciclone, nº 27

Naquele tempo, graças à ação de Buck Jones, o bando do Sol Poente não tardou a reunir-se em "A Casa do Sol Nascente". Depois, alguém fez disso uma canção. Para completar este número do Ciclone, uma aventura de Johnnie Galaxia com o título "Perigo".

quinta-feira, 7 de novembro de 2024

BD1665. Coleção Ciclone, nº 26

E hoje voltamos às aventuras de Bill, o Sorridente em que ele nos recorda alguns episódios com elementos da família, incluindo o estranho e irrecusável chamamento do Oeste. O Ciclone 26 fica completado com uma aventura de Simbad. Houve ainda espaço para as rubricas "Acredite... se quiser" e "As armas do Oeste".

sábado, 18 de março de 2023

sábado, 18 de fevereiro de 2023

BD1409. Coleção Ciclone, nº 85

Neste fascículo da Coleção Ciclone, para além da aventura de Wagon Train «O homem sem rosto» que nos mostra as dificuldades da travessia para Oeste onde o comércio de falsificadores com índios é sempre mais um motivo para a revolta destes, encontramos a história «Ajudando um fora de lei».

sábado, 11 de junho de 2022

BD1297. Coleção Ciclone, número 187

Este número da Coleção Ciclone contém duas aventuras de Kit Carson submetidas ao título genérico «A trilha dos ladrões» o qual se adapta mais à primeira aventura onde um conjunto de facínoras pretende impor uma certa portagem à passagem em determinado local. Um traço comum a ambas as aventuras é a dificuldade de as chefias militares conviverem com homens como Kit Carson.

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