sábado, 3 de outubro de 2026

BD1960. Uma aventura do Zorro. A raposa e o fantoche

 

 Mais uma aventura do Zorro, esta publicada no fascículo 238 do Jornal da BD com o título "A raposa e o fantoche". Claro que se imagina facilmente quem jogam estes papéis.

sexta-feira, 2 de outubro de 2026

BD1959. Guilherme Tell em "O delator"

Quando um grupo de patriotas suíços cai nas mãos dos homens do cruel governador Gessler, a resistência vê-se ameaçada por uma execução iminente. Entre os capturados encontra-se um aliado precioso, cuja perda poderá destruir os planos dos rebeldes.

Apesar da vigilância cerrada dos soldados austríacos, Guilherme Tell recusa abandonar os companheiros. Com a ajuda do inseparável Kent, organiza uma missão arriscada para penetrar em território inimigo, seguir as patrulhas e descobrir onde os prisioneiros são mantidos.

Disfarces, emboscadas, perseguições por florestas e ataques surpresa transformam a operação num verdadeiro jogo de astúcia e coragem. Cada passo pode significar a captura — ou a morte. Enquanto o inimigo aperta o cerco, Tell terá de usar não apenas a espada, mas também a inteligência e o conhecimento dos caminhos secretos das montanhas suíças.

Quando chega finalmente a hora da libertação, uma traição inesperada quase compromete todo o plano. Seguem-se combates ferozes, fugas desesperadas e um confronto decisivo contra os agentes de Gessler.

Mas “O Resgate” é mais do que uma aventura de ação: é uma história sobre amizade, lealdade e sacrifício, mostrando um Guilherme Tell mais humano, disposto a arriscar tudo para salvar os seus companheiros e manter viva a luta pela liberdade da Suíça.

quinta-feira, 1 de outubro de 2026

BD1958. Guilherme Tell em "A prisão de Kent"

Depois de uma longa campanha contra a tirania de Gessler, Guilherme Tell e o seu aliado Kent regressam às montanhas suíças. Exaustos mas determinados, retomam a resistência clandestina em defesa do povo.

Durante uma caçada, Kent afasta-se do grupo e acaba capturado pelos homens de Gessler, que o conduzem prisioneiro para o castelo. Os soldados acreditam ter finalmente eliminado uma peça importante da rebelião — mas subestimam o velho herói suíço.

Embora envelhecido, Guilherme Tell recusa abandonar o companheiro. Sozinho, infiltra-se em florestas, segue rastos, observa patrulhas inimigas e planeia um ousado resgate. Disfarçado e recorrendo à astúcia, aproxima-se do acampamento inimigo para libertar Kent durante a noite.

Quando a fuga parece possível, o plano é descoberto. Seguem-se perseguições a cavalo, emboscadas e violentos combates corpo-a-corpo entre os rebeldes e os soldados de Gessler. Tell precisa de improvisar continuamente para salvar o amigo e escapar ao cerco.

A aventura termina com os heróis novamente em liberdade, mas conscientes de que a luta está longe de acabar. É precisamente desse desfecho que nasce a história seguinte, “O delator”, onde uma denúncia ameaça destruir a confiança dentro da resistência.

BD1957. Kit Carson

A narrativa acompanha a vida de Christopher “Kit” Carson, um dos mais famosos exploradores, caçadores e guias do Oeste americano.

Órfão desde criança, Kit cresce no Missouri como aprendiz de artesão, mas cedo abandona a vida sedentária, fascinado pela fronteira selvagem. Ainda adolescente, junta-se a caravanas comerciais rumo ao Oeste, aprendendo os ofícios da sobrevivência: conduzir mulas, caçar, falar línguas indígenas e viver em territórios hostis.

Ao longo dos anos, Carson torna-se caçador, explorador e intérprete, convivendo com várias nações indígenas (cheyennes, arapahos, delawares, apaches) vivendo tanto conflitos armados como alianças improváveis. Participa em expedições perigosas, emboscadas, perseguições e campanhas militares, consolidando a reputação de homem duro, conhecedor do deserto e da cultura indígena.

A sua fama cresce quando passa a servir de guia nas expedições de John C. Frémont, ajudando na exploração da Califórnia e do Sudoeste americano durante um período turbulento marcado pela guerra entre os Estados Unidos e o México.

Paralelamente, a história mostra o lado humano de Carson: os seus casamentos, perdas familiares, amizades, crises pessoais e o contraste entre a violência da fronteira e o desejo de estabilidade.

Nos últimos anos, Kit Carson serve como militar e agente governamental junto de tribos indígenas, continuando a atuar no Oeste até à sua morte, em 1868. A revista retrata-o como uma figura lendária, símbolo do espírito aventureiro e contraditório da conquista do Oeste americano.

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